Publicado em: 08/05/2026 14:41
Obra de coautoria da educadora concordiense Letícia Castoldi retrata fé, amor e resiliência
O Dia das Mães, celebrado neste domingo, 10 de maio, convida à reflexão sobre vínculos, afeto e os sentimentos que atravessam a experiência materna. Mais do que uma data comemorativa, o momento também inspira iniciativas que valorizam histórias reais, como o livro Mães que Marcam Gerações, da editora Legado, que reúne relatos de mulheres que encontram na fé um caminho para enfrentar adversidades.
Entre as coautoras está Letícia Luana Castoldi, pedagoga e mestre em Educação, que compartilha experiências vividas dentro e fora do ambiente familiar. “Ao longo da minha caminhada profissional, estudei desenvolvimento, aprendizagem, processos humanos e formação de pessoas. Mas nada do que aprendi nos livros me preparou completamente para o que eu viveria dentro da minha própria casa”, afirma.
Casada e mãe, Letícia relata que a maternidade trouxe novos significados à sua trajetória pessoal e acadêmica. “Hoje, compartilho minha jornada como mãe e mulher que caminha com Deus, mostrando como a fé se manifesta no cotidiano, nos dias bons e nos dias difíceis”, destaca.
Além da participação na obra, a coautora também produz conteúdos digitais voltados à maternidade sob uma perspectiva espiritual. Em seus relatos, ressalta a importância da fé no exercício materno. “Acredito que é impossível viver a maternidade sem Deus, pois é nesse lugar que fui e sigo sendo transformada”, diz.
A autora também aborda momentos de vulnerabilidade, incluindo desafios pessoais e de saúde. “Na maternidade, eu entendi que nunca tive o controle sobre nada: sobre a minha vida, meus planos, meus sonhos e nem mesmo sobre a vida do meu filho. Nem a maternidade e nem o diagnóstico do câncer me tiraram dos planos de Deus. Tudo colaborou para que eu assumisse meu lugar de filha”, relata.
A obra propõe, por meio de diferentes perspectivas, uma reflexão sobre o papel da mãe e os caminhos encontrados para enfrentar os desafios cotidianos. “Deus não quer mães prontas. Ele quer mães dispostas a serem moldadas, lapidadas e transformadas, para que essa graça alcance as próximas gerações”, conclui. Exemplares físicos da obra estão disponíveis com a autora.
Por Rosilene Fochesatto/OJ
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